De acordo com a polícia, os dois falsificavam documentos administrativos dentro da secretaria para emissão de títulos definitivos, sem passar por todo procedimento normal .
“Muitos desses terrenos já tinham até título, mas ela como secretária montava esse título. O titulo, que normalmente demora seis meses ou um ano para sair, até mais, era feito pela servidora em dois dias”, relata Mattos.
A polícia acredita que possivelmente há mais envolvidos dentro da secretaria e a operação deve ter novos desdobramentos.
Após ser presa, Leni Matias foi encaminhada para o Presídio Central, onde ficará à disposição da Justiça.
Através de uma nota, a prefeitura de Ji-Paraná diz que vinha contribuindo com as investigações e que Silas Rosalino de Queiroz vai assumir a procuradoria, por enquanto, até que a Polícia Civil conclua o caso.
Operação Assepsia
De acordo com a Polícia Civil, a operação investigou crimes que envolveram o Sindicado de Servidores Públicos Municipais (Sindsem), onde há constatação de desvio de mais de R$ 500 mil do sindicato.
A maior parte das pessoas presas eram de funcionários do próprio órgão. A polícia ainda investiga outros crimes cometidos pelos suspeitos.
A primeira fase da operação aconteceu em fevereiro deste ano, quando nove mandados de prisão e três conduções coercitivas foram cumpridos. Na segunda fase, que aconteceu em março, mais três mandados de prisão foram cumpridos.





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