Prisão
José Luiz Rover foi prefeito por duas vezes em Vilhena. Ele foi eleito em 2008 com 18.944 votos e reeleito em 2012, com 19.649. No fim do segundo mandato, ele foi preso na Operação Áugias, realizada pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
As investigações apontaram que Rover era o chefe de uma organização criminosa que atuava no poder executivo. As autoridades estimam que mais de R$ 5 milhões tenham sido desviados da prefeitura em seis anos. No esquema, participavam ex-secretários municipais, servidores e empresários.
O dinheiro era desviado principalmente da Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) e da Secretaria Municipal de Obras (SEMOSP), mediante processos administrativos de reconhecimento de dívidas, nos quais empresas eram contratadas sem licitação.
Rover foi levado para o Centro de Correição da Polícia Militar em Porto Velho. Com o fim do mandato, o político deixou de ter foro privilegiado e deveria ser transferido para a Casa de Detenção do município, mas a defesa entrou na Justiça para pedir que Rover continuasse preso na capital.
Em junho deste ano ele teve a prisão preventiva substituída por medidas cautelares, entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.








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