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Piscicultores de Rondônia se frustram com alto custo e surgimento de verme nos peixes

  • 21 de junho de 2017
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O Estado de Rondônia é o principal produtor de peixe do País. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) estima que em 2017 a produção de peixe chegue a 100 mil toneladas no Estado. Mas o alto custo da produção e a chegada do parasita acantocéfalo, tem assombrado os piscicultores, e estes problemas ainda não tem soluções ao alcance de todos aqueles que acreditaram nesse mercado. Conhecida como praga do verme do peixe, pode causar colapso da criação em Rondônia.

Nos últimos anos os rondonienses têm sido muito incentivados e motivados a fazerem investimentos no setor de pescados, isso elevou consideravelmente a produção e trouxe destaque ao Estado. Somos referência quando se fala de criação de peixe em cativeiro, sendo o carro chefe o tambaqui criado em água doce. E isso tem sido muito importante para a região, especialmente quando se trata do estímulo econômico.  Mas nem tudo tem sido glamour quando se trata do assunto, produtores têm convivido com o alto risco que é produzir peixe na atualidade, levando em consideração o custo elevado dos investimentos e a existência de um parasita que pode prejudicar consideravelmente a produção, fator que tem dificultado o trabalho dos produtores.

Quando se fala do custo de produção do tambaqui, os produtores levam na ponta da caneta os investimentos, para que no final possa haver um lucro mais vantajoso e compensar todo esforço. Os custos da produção podem ultrapassar os 90% do produto final, fator que pode ser dificultado mais ainda, zerando os lucros ou dando prejuízo, caso haja um empecilho na engorda do peixe, como o verme ou parasita, denominado acantocéfalo, que tem dado muita dor de cabeça aos produtores em outros estados e agora aqui em Rondônia.

Ainda no mês de março, em Ariquemes, foi realizado um seminário para falar da produção de peixe na região, e a pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Ana Lúcia Gomes, falou sobre o acantocéfalo, detalhou seus estudos e os conhecimentos disponíveis sobre o parasita que já preocupa consideravelmente o setor produtivo. De forma esclarecedora, a pesquisadora explanou como o parasita se instala no peixe, como ele tem dado prejuízo e se proliferado de forma assustadora.

O acantocéfalo se instala em peixes redondos, como é o caso do tambaqui, ele possui espinhos na cabeça, que se fixam no intestino do peixe, prejudicando a engorda. Segundo a pesquisadora afirmou na palestra, ele não mata o peixe, não é prejudicial para o consumo humano, uma vez que só se instala no intestino, mas prejudica a engorda. “O peixe não cresce, não desenvolve e o parasita fica lá se desenvolvendo numa boa”, frisa considerando que ele possui alta capacidade absortiva, fator que faz com ele sugue o material já metabolizado do peixe.

Hoje ainda não existe remédio para o tratamento dos peixes infectados com este verme, sendo que após a retirada do peixe o tanque permanece infectado, podendo ser levado pela corrente de água aos demais tanques e consequentemente à toda uma região.

Um produtor da cidade de Ariquemes, que prefere não se identificar, ressalta que já tem conhecimento de muitos outros piscicultores que já vivem esta problemática, sendo possível que o parasita já tem atingido 50% da produção regional, e ainda não há nenhuma solução eficaz para solucionar o problema.

Ele ressalta as dificuldades na produção, falta de opções de comercialização e saturação do mercado. “O tambaqui hoje está saturado no mercado devido a política do governo do estado de incentivar continuamente a produção. Saltamos de 10 mil toneladas por ano para 80 mil nos últimos quatro anos. Hoje Rondônia é o maior produtor de peixe em cativeiro do país, porém só temos dois frigoríficos para processamento que dá conta de 10% dessa produção, o restante é vendido in natura para Porto Velho e Manaus. Como a oferta é muita, o valor deste peixe está estagnado desde 2013, porém os insumos continuaram subindo, este responsável por 70% dos custos de produção, em 2013, um saco de ração custava em torno de R$ 28,00, em 2016 chegou a custar R$ 40,00, alta de 43%. Atualmente está em torno de R$ 36,00 mesmo tendo o milho e a soja baixado os preços consideravelmente, a ração não acompanhou a queda”, frisa o piscicultor.

Ele salienta que em 2016, quando a ração chegou a R$ 40 reais, o produtor que registrou a incidência do acantocéfalo, teve um prejuízo de R$ 0,50 centavos por quilo de peixe produzido.

No meio da onda de sucesso e notícias que trazem os holofotes da mídia para a piscicultura de Rondônia, existem questões que precisam ser tratadas de frente, não só pelos piscicultores, que muito já sofrem com a situação, mas também pelo poder público, que tanto incentivou o crescimento da produção. Essa praga tem causado frustrações na produção e os criadores de peixes, em sua grande maioria, não honrarão os compromissos assumidos perante as instituições financeiras que concederam empréstimos para custear os projetos de produção. Se não haver uma sensibilidade das autoridades, como Governado do Estado, Emater e Secretaria de Agricultura, acarretará a ineficiência total e paralisação parcial do setor em Rondônia.

 

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