Segundo Rafaela, durante a discussão, o pai de Angélica segurou Érica para que ela ficasse imóvel enquanto a filha esfaqueava a vítima. A faca foi entregue à suspeita pelo próprio marido que, segundo testemunhas, também teve participação no crime. Rafaela foi a única das quatro irmãs que não teve ferimentos e, imediatamente, solicitou o socorro. “A ambulância demorou muito, decidimos não esperar e meus pais levaram elas para o Pronto Socorro de carro”, relembra.
Érica deu entrada no Pronto Atendimento Médico (PAM) da Rodoviária já sem vida. Débora Oliveira da Silva, de 32 anos, e Daniele Alves de Oliveira, de 27, foram transferidas para o Hospital Santo Amaro em estado grave. Daniele passou por procedimento cirúrgico e se encontra na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com ferimentos no pulmão e intestino. Débora está em observação.
Segundo a polícia, logo após a briga, Angélica fugiu do local e não foi mais vista. Os familiares da suspeita foram até a Delegacia Sede de Santos prestar depoimento sobre o caso e, em seguida, foram liberados. “O que queremos, agora, é justiça para todos eles, todos devem pagar. Ela não conseguiria matar a minha irmã e machucar as outras duas sozinha”, desabafa Rafaela. A Polícia Civil realiza diligências neste domingo (14) para tentar localizar Angélica.

Érica e a irmã Débora em Santos, SP



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