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Cassol pode voltar e mudar completamente o jogo político em Rondônia

  • 13 de maio de 2025
  • FONTE: Rondoniadinamica
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A recente decisão do presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargador Raduan Miguel Filho, de determinar a reanálise do processo de improbidade administrativa contra o ex-governador Ivo Cassol pode redesenhar por completo o cenário eleitoral de 2026. Caso seja considerado elegível, Cassol poderá concorrer novamente ao governo do Estado — e sua entrada traria consequências imediatas para todos os demais postulantes.

Governador por dois mandatos e senador por oito anos, Cassol permanece como um dos nomes mais conhecidos da política rondoniense. Mesmo fora do poder há anos, manteve sua presença no imaginário de parte do eleitorado, sobretudo no interior. Com sua eventual elegibilidade, uma disputa que caminhava para a polarização entre direita e esquerda pode ganhar uma nova camada de complexidade.

Um nome que ainda pesa — mas que será testado

Marcos Rogério (PL), hoje favorito nas pesquisas, teria que se reposicionar caso Cassol entre na disputa. Ambos orbitam o mesmo campo ideológico conservador e disputariam diretamente o apoio do eleitorado bolsonarista e ruralista. A entrada de Cassol representa a diluição desse capital político — e a necessidade de recalibrar alianças.
Já Adailton Fúria (PSD), prefeito de Cacoal, já se declarou “fã” de Cassol e sinalizou que não seria candidato ao governo caso o ex-governador entre na disputa. Isso pode indicar uma possível composição, reforçando a base de apoio de Cassol no interior do estado.

O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), que também se movimenta como pré-candidato, foi alvo de rumores de aliança após posar ao lado de Cassol — boatos prontamente desmentidos. Ainda assim, o encontro mostra que qualquer gesto envolvendo o ex-governador gera repercussão e especulações políticas imediatas.

Do lado mais moderado, o senador Confúcio Moura (MDB), sucessor de Cassol no Palácio Rio Madeira e hoje figura próxima ao presidente Lula, vinha sendo tratado como a ponte natural entre Rondônia e o governo federal. No entanto, a possível candidatura de Cassol pode relativizar essa vantagem. Apesar de sua trajetória conservadora e do apoio a Jair Bolsonaro, Cassol já demonstrou, no passado, que sabe dialogar com Lula e com o Planalto quando o interesse do estado está em jogo — uma habilidade que pode atrair tanto eleitores quanto lideranças políticas em busca de pragmatismo.

Já Sérgio Gonçalves (União Brasil), atual vice-governador, deve assumir o comando do Estado em abril de 2026, caso Marcos Rocha concorra ao Senado. Com a caneta na mão, ganha visibilidade e poder de articulação, mas ainda terá de provar se consegue sustentar uma candidatura majoritária num cenário mais competitivo e com um nome como Cassol de volta ao jogo.

Legado em xeque

A candidatura de Cassol, no entanto, também colocará em prova o seu próprio legado. Ao longo dos anos em que esteve fora das urnas, o ex-governador não conseguiu transferir seu capital político de forma eficaz a outros candidatos. Mais do que isso: a política mudou, o eleitorado está mais exigente e conectado, e nomes como ele — associados a um estilo mais direto e personalista — terão que provar que ainda falam a língua das ruas.
Voltar ao jogo, neste sentido, é mais do que disputar um cargo: é disputar relevância.

A incógnita partidária

Outro elemento importante dessa equação é o PP, partido ao qual Cassol é filiado há quase duas décadas. A legenda passou por mudanças internas: Cassol tomou a presidência regional das mãos da própria irmã, a deputada federal Jaqueline Cassol, hoje parte do governo Marcos Rocha. Desde então, os irmãos se distanciaram, trocando farpas públicas. Atualmente, o PP em Rondônia é presidido pela deputada federal Silvia Cristina.

Além disso, o PP se federou com o União Brasil nacionalmente, criando uma “superfederação” que em Rondônia tende a ser comandada pelo deputado federal Maurício Carvalho. Essa configuração pode não favorecer diretamente os planos de Cassol.

Em vídeo recente, ele reafirmou seu compromisso com o partido, mas deixou claro que qualquer decisão será coletiva. “Não é o Ivo Cassol que decide, mas sim o povo do Estado de Rondônia”, declarou. Ele afirmou que conversará com a Executiva Nacional e com lideranças da União Brasil antes de tomar uma posição definitiva.

Quando Cassol está no jogo, ninguém joga sozinho

A entrada de Cassol na corrida eleitoral não apenas embaralha os nomes já postos. Ela muda o jogo inteiro. Fragmenta votos, desestabiliza alianças, ressuscita rivalidades e obriga todos os pré-candidatos a reavaliar suas estratégias.

Mas, mais do que nunca, colocará à prova se o prestígio que o ex-governador acumulou no passado ainda resiste às transformações da política e do eleitorado. Afinal, disputar o governo em 2026 exigirá mais do que lembrança — exigirá conexão com um novo tempo.

Se Ivo Cassol voltar ao cenário, será desafiado a mostrar que ainda tem fôlego político. E desta vez, quem vai decidir isso não são os tribunais. É o eleitor.

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